Em 31 de dezembro de 2010 e de 2009, a Companhia efetuou uma avaliação de todas as suas unidades geradoras de caixa sem encontrar indicadores de perda, no entanto existem unidades geradoras de caixa relacionadas a ativos intangíveis em desenvolvimento, desta forma a Companhia efetuou análise de impairment para estes casos.
O valor recuperável de uma UGC é determinado com base em cálculos do valor em uso. Esses cálculos usam projeções de fluxo de caixa, antes do imposto de renda e da contribuição social, baseada em orçamentos financeiros aprovados pela Administração para um período de cinco anos.
Principais premissas utilizadas nos cálculos do valor em uso:
Margem bruta
A Administração determinou a margem bruta orçada com base no seu desempenho passado e em suas expectativas para o desenvolvimento do mercado. Essas margens também consideram os ganhos de eficiência planejados para o ciclo do produto.
Taxas de crescimento
As taxas de crescimento foram refletidas no fluxo de receita orçada pela Companhia, consistentemente com as previsões incluídas nos relatórios do setor.
Taxas de desconto
As taxas de desconto utilizadas correspondem às taxas antes dos impostos e foram baseadas em cotações de mercado considerando o período de fluxo de caixa orçado utilizado pela Companhia, sendo 2,17% ao ano em 31 de dezembro de 2010 e 2,98% ao ano em 31 de dezembro de 2009.
Nenhuma perda por impairment foi registrada para o ativo intangível ou ativo imobilizado em 31 de dezembro de 2010 e 2009.